Um objeto indispensável
Perfume e relógio. Nunca saio de casa sem eles. São pequenos rituais que me ajudam a começar o dia com intenção. E claro, o telemóvel – a minha ponte com o mundo, o trabalho e a família.
Um livro memorável
“O Príncipezinho”, de Saint-Exupéry. Desde criança que este livro me acompanha. A sua simplicidade carrega ensinamentos profundos sobre amizade, empatia e o que realmente importa. Foi um dos primeiros livros que comprei para a minha filha, porque acredito que certas histórias devem atravessar gerações. Continua a ser uma das minhas maiores fontes de inspiração.
A banda sonora da vida
“Black”, dos Pearl Jam. É uma canção que carrega uma intensidade emocional rara. Fala de dor, de superação e de entrega – e em várias fases da minha vida, foi exatamente disso que precisei. A música tem esse poder de tocar em lugares onde as palavras não chegam.
O filme da minha vida
“Dirty Dancing”. Além da nostalgia, este filme fala sobre coragem, autenticidade e sobre encontrar a nossa voz. Lembro-me sempre de que é preciso alguma ousadia para romper barreiras e seguir o nosso instinto – mesmo quando o caminho não parece óbvio.
O hobby
Desenhar e fazer desporto. São dois momentos onde o tempo desacelera. No desenho, encontro espaço para a criatividade e para me reconectar comigo mesma. No desporto, encontro foco e equilíbrio. São essenciais para manter a minha energia e clareza mental.
A série de eleição
“This Is Us.” É um mergulho profundo nas emoções humanas. A forma como aborda a vida real – com todas as suas alegrias, perdas e imperfeições – comove-me. Lembra-me da importância de sermos vulneráveis, de cuidarmos das nossas relações e de valorizarmos o presente.
Um destino inesquecível
Genebra. Não é apenas um destino, é um regresso ao que me é essencial. É onde vive parte da minha família, e onde o ritmo abranda. É um lugar onde consigo estar presente, recarregar e reencontrar-me – e isso, para mim, é precioso.
Onde não voltarei
Talvez não volte a certos lugares por onde passei, mas levo comigo o que aprendi em cada um deles. As experiências, mesmo as mais desafiantes, moldam-nos. Não acredito em arrependimentos, mas sim em capítulos que se fecham e que nos fazem avançar com mais clareza.
A viagem de sonho
Bali. Fascina-me pela espiritualidade, pela natureza e pela forma como a cultura promove o equilíbrio entre corpo, mente e alma. Está prestes a deixar de ser um sonho e a tornar-se realidade – e acredito que será uma viagem transformadora.
O recanto em Lisboa
O Parque das Nações. Foi ali que a minha filha nasceu e é onde trabalho há mais de 15 anos. Está carregado de memórias pessoais e profissionais. É um espaço de conexão, onde sinto que a minha história se entrelaça com a da cidade.
Tornei-me marketeer porque
Sempre acreditei no poder das ideias para aproximar pessoas. O marketing, para mim, é mais do que uma função – é um motor de mudança. É a possibilidade de criar mensagens que emocionam, experiências que transformam e marcas que têm um verdadeiro impacto na sociedade.
Uma boa campanha de marketing é
É aquela que tem alma. Que parte de um propósito autêntico, fala com verdade e cria conexão. Pode ser simples ou grandiosa, mas tem de tocar nas pessoas e permanecer com elas. Uma boa campanha deixa rasto – emocional e estratégico.
Se não fosse marketeer, seria…
Provavelmente estaria numa área onde pudesse continuar a comunicar com propósito. Talvez ligada à comunicação social, à educação ou à inclusão. Sempre tive essa vontade de contribuir para uma mudança positiva, através das pessoas e com as pessoas.
Marca com que gostaria de trabalhar
Nike. Pela sua capacidade de contar histórias que empoderam, de desafiar padrões e de ser porta-voz de causas que me movem — como a diversidade, a inclusão e o impacto social. É uma marca com visão e coragem, e isso inspira-me.
Uma marca de sempre
Louis Vuitton. Admiro a forma como cruza tradição e inovação, mantendo uma identidade clara, sem perder a relevância cultural. É um ótimo exemplo de como se pode crescer com consistência, respeitando a história e reinventando-se para o futuro.
Uma figura inspiradora
Os meus pais. São o meu norte. Ensinaram-me que o mais importante é ser boa pessoa, tratar os outros com respeito e integridade. O meu pai já não está comigo, mas muitas decisões que tomo ainda hoje passam por uma pergunta simples: “O que ele diria?”. A minha mãe seguiu esse legado com uma força imensa. O que sou hoje devo-lhes a eles.
O rosto ideal para uma campanha da Adecco
As nossas pessoas. Porque são elas que dão vida à marca todos os dias. Conhecem o terreno, sabem o que significa transformar desafios em oportunidades e carregam consigo o propósito de fazer a diferença na vida de quem confia em nós. São o nosso melhor cartão de visita.
Um bom trabalhador é
Aquele que alia competência a empatia. Que não tem medo de aprender, de colaborar, de errar e de crescer. É alguém que entende que o sucesso é coletivo, e que o talento técnico só tem valor se for acompanhado por valores humanos.


