Justificando a escolha, diz o júri que a capital portuguesa beneficiou de um impulso cultural e arquitetónico causado pelo programa de renovação que estendeu o centro até à zona ribeirinha.
E entre os argumentos para a vitória encontram-se o MAAT, classificado como “o novo ícone da cidade”, a ARCOLisboa e a Trienal de Arquitetura. Mas também a abertura de hotéis de luxo como o Memmo Príncipe Real e o novo terminal de cruzeiros assinado por Carrilho da Graça.
Na lista de finalistas desta edição dos prémios, estava também o Palácio Chiado, em Lisboa, que concorria na categoria de novos restaurantes.

