O objetivo, segundo o diretor-geral da empresa de Alenquer, Francisco Bento dos Santos, não foi a alteração radical de toda a imagem da quinta, mas apenas uma redefinição da mensagem a transmitir ao consumidor.
Quanto ao portefólio, passa a estar organizado em três estruturas: a gama Quinta do Monte d’Oiro, que corresponde aos atuais Lybra e cujos novos rótulos apenas sairão com a próxima colheita – tinto 2016 e branco/rosé 2018; os Reservas, na versão branco, tinto e rosé; e as seleções parcelares, isto é, edições limitadas apenas produzidas em colheitas especiais.


