“No fundo, o regresso era algo há muito desejado e começou a ser seriamente pensado e planeado um ano antes. Os anos em Londres passavam e as saudades de Lisboa, família e amigos começavam a abafar a realização profissional”, diz.
Foram quase seis anos “bastante intensivos, mas muito gratificantes”. Com um portefólio construído de campanhas para a Turkish Airlines, Paddy Power, Milka, Infinity, McCoy’s, Honda, Samsung, Kellogg’s, Barclays, Pringles, entre outras. E recheado de prémios de criatividade em Cannes, no Eurobest, no Clio e nos Epica, mas também da revista The Drum.
Não regressou só por causa das saudades. Este é também – diz – um regresso a casa profissionalmente. Colaborou com a BBDO e com O Escritório, até que surgiu a oportunidade “irrecusável” de se juntar à direção criativa da Jack the Maker.
“Sendo uma empresa com uma orientação de inovação tecnológica e com uma resposta criativa apoiada no talento reunido das mais diversas áreas – o que a torna única até em termos internacionais – a decisão de me juntar foi bastante fácil e natural, tendo em conta que procurava algo mais fora do formato de agências de publicidade”, justifica, somando a estes argumentos “os ambiciosos planos de crescimento apresentados pelo (Tiago) Alvorão, Vasco (Barbosa) e (Ricardo) Espada”.
Já instalado, promete novidades para breve.

