A narrativa desenrola-se num ambiente de inverno, onde o silêncio e as ações simples ganham protagonismo. O filme convida o espectador a abrandar, a observar e a reconhecer como um gesto aparentemente pequeno pode criar um efeito em cadeia e ir mais longe do que se imagina.
O diretor criativo do Studio Nuts, Tico Moraes, considera que este é um gesto simbólico de reconhecimento por uma instituição que pratica a empatia de forma “consistente, discreta e profundamente humana”.
A dedicatória ao CASA estabelece uma ligação direta entre a narrativa e o trabalho “real, diário e contínuo” da instituição, que apoia quem mais precisa.
Simão Raposo

