Um dos casos mais mediáticos é o do Levi’s Stadium, que, durante a competição, passou a ser chamado San Francisco Stadium. Sendo obrigada a tapar o seu logotipo, a insígnia colocou um pano de forma a que se torna possível identificá-la. Reagindo de forma humorística a esta situação, a sua fotografia de perfil nas redes sociais foi alterada e fez uma publicação onde dá as boas vindas ao “estádio censurado”.
Este não o único espaço que foi alvo desta proibição. Também o Gillette Stadium foi rebatizado como Boston Stadium para receber os jogos. Neste caso, a marca decidiu fazer uma associação direta aos seus produtos, tapando o seu nome com um pano branco que simula a espuma de barbear. No seguimento da publicação da marca de roupa, a Gillette decidiu “avisá-la” que também foi “apanhada”.
Contudo, nem todos os recintos foram afetados. No caso do Mercedes-Benz Stadium, atualmente Atlanta Stadium, foi decido manter o teto retrátil que, quando fechado, forma o logotipo da empresa. Esta decisão deveu-se ao facto de a sua retirada poder causar danos estruturais e porque o ar condicionado só funciona quando a cobertura está fechada.
Esta proibição inclui também alguns produtos, algo que também foi utilizado pela Beats by Dre. A insígnia enviou aos futebolistas um par de auscultadores inéditos para usar antes dos jogos. Contudo, a FIFA ordenou a Jamal Musiala que cobrisse o logotipo. Posteriormente, a marca publicou uma fotografia editada com o futebolista e o produto banido.
Outro dos casos controversos está relacionado com a alimentação, com molhos a terem o nome Heinz tapado. Nesse seguimento, foi lançada uma campanha digital que conta com o rótulo rasurado. Neste âmbito, a insígnia criou o Estádio Não Oficial Ketchup, exclusivamente para o Canadá. Desta forma, a empresa pretende oferecer uma experiência relacionada com a competição para todos os adeptos, mesmo aos que vão assistir ao torneio em casa.
Simão Raposo






