Para o responsável máximo da empresa em Portugal, a tecnologia e o painel foram “fruto de um árduo e meticuloso trabalho, realizado por profissionais competentes e dedicados que teve por objetivo tornar o novo sistema tão representativo quanto possível e responder às novas realidades do consumo de televisão”
António Salvador lamenta a “polémica mediática” em que a GfK sem tem visto envolvida e que assenta em dados “falsos, incorretos e enviesados” que põem em causa o “bom nome da empresa”.
Na carta o presidente da empresa afirma que o tempo “mostrará que os valores registados pelo painel da GfK são fidedignos e indicam, finalmente, e após vários anos, a verdade relativa ao consumo televisivo em Portugal”.
Desde dia 1 de março que a medição de audiências das televisões é da responsabilidade da GfK, que ganhou o concurso promovido pela Comissão de Análise de Estudos dos Meios (CAEM) no final do ano passado. Os primeiros resultados mostraram uma queda significativa da RTP, o que levou a televisão pública a contestar o método usado pela GfK.
Na sexta-feira o presidente da CAEM, Luís Marques, afirmou, em conferência de imprensa, que as apreciações que têm sido feitas em relação ao trabalho da GfK na medição das audiências “têm sido injustas” e revelou que a Marktest registou 53 situações de audiência zero, em vários canais, nos meses de janeiro e fevereiro.
Fonte: Briefing


