A Havas debruçou-se sobre as implicações do mundo “sempre ligado”, de como as pessoas vivem, trabalham e pensam, bem como sobre as formas de as marcas ajudarem as pessoas a retirar o máximo das suas vidas aceleradas.
Entre as conclusões, o estudo revela o que há um paradoxo da produtividade, uma vez que mais de um terço dos inquiridos afirma ter sempre coisas demais para fazer e apenas um quinto afirma andar sempre a correr de um lado para o outro. “Quarenta e dois por cento admitiram que por vezes fingem estar mais ocupados do que na realidade estão e 6 em 10 pensam que as outras pessoas mentem sobre o seu grau de ocupação”.
O estudo identifica perspetivas específicas por país e cultura, categorizando os 28 mercados respondentes em três grandes grupos. São eles “os conflituantes”, que revelam maior tensão entre quererem acelerar e quererem desacelerar,”os enraizados”, que veem o novo ritmo de vida como algo com que têm de viver, e “os cansados”, que querem regressar a um modo de vida mais lento e mais consciente.
Segundo o Global CEO da Havas Worldwide e do Havas Creative Group, “embora a tecnologia moderna nos permita viver mais rapidamente, estamos continuamente à procura de repostas rápidas e de soluções para poupar tempo”.
“Ao mesmo tempo, os consumidores procuram também uma ideia de segurança e de conforto para contrabalançar a sensação de desenraizamento. As marcas têm uma grande oportunidade para ajudar as pessoas a sentirem-se ligadas e ancoradas neste mundo acelerado e turbulento.”
“The Modern Nomad: Connect Me If You Can” baseia-se em conclusões obtidas através de um estudo online com 10.131 pessoas, com idades a partir dos 18 anos, em 28 países.

