REN eleita empresa da década em Portugal

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A REN – Redes Energéticas Nacionais recebeu a distinção de Empresa da Década Portugal (2001 – 2010) nos World Finance Awards. A atribuição dos prémios passou por critérios tão distintos como soluções desenvolvidas para o mercado, inovação, sustentabilidade, histórico da empresa e capacidade de responder ao ritmo de constante mudança dos negócios globais, preocupação com a comunidade, longevidade e perspectivas de crescimento.

A World Finance é uma publicação internacional impressa e online, especializada em assuntos financeiros, editada a partir de Londres. O prémio foi atribuído por um painel que reúne a actividade de uma equipa de pesquisa exaustiva com a experiência e olhar crítico de mais de 175 anos de jornalismo económico.

Este é o resultado de uma década que definiu a importância actual da empresa. A compra dos activos de gás natural, que tornou a REN uma das poucas empresas do mundo a gerir as principais infra-estruturas de energia do país (gás natural e electricidade); a primeira fase de privatização, que permitiu à REN entrar para o grupo das 20 maiores empresas da bolsa de valores (PSI 20); e, mais recentemente, o início das operações no estrangeiro, que foi o principal marco da primeira década do século XXI.

Rui Cartaxo, presidente da REN, sublinha o papel da REN no quadro de potenciação das energias renováveis, através de “uma rede de distribuição tecnicamente avançada que permite responder de uma forma equilibrada às variações na produção de energias renováveis, garantindo sempre uma resposta estável às necessidades energéticas do país”.
De destacar ainda o facto de a REN ter o maior índice europeu de aproveitamento de energias renováveis, fruto da integração na rede destas fontes de energia.

A nível financeiro, o presidente da REN destaca as perspectivas de crescimento da REN no quadro da energia, uma vez que “as redes são essenciais para um sector de energia que se quer cada vez com menos carbono”. E, apesar destas perspectivas de crescimento, a área de negócio da REN apresenta-se como uma “oportunidade de investimento de baixo risco, paralela a uma óptima política de distribuição de dividendos”.

Na próxima década, Rui Cartaxo considera que a REN vai desempenhar um “importante papel na revolução energética, principalmente a nível europeu, quer seja na área das renováveis, quer ao nível da ligação europeia de redes de energia”. São esperadas ainda importantes actividades importantes com mercados emergentes, numa óptica de exportação de tecnologia e know-how na área da energia.

Com este prémio, a REN posiciona-se ao lado de empresas de renome internacional, como a Apple, distinguida nos EUA, a Nokia na Finlândia, a Toyota no Japão, a ENI em Itália, a Sonangol em Angola e a Samsung na Coreia do Sul.

Fonte: LPM

Quarta-feira, 09 Março 2011 14:57


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