No Iscte Executive Education, não reduzimos a atividade a ensinar – provocamos pessoas e mudamos vidas. Provocamos mudança, impacto e, acima de tudo, ação. Ou propensão para a ação. É por isso que o “Real Life Learning” não é apenas um slogan bonito para brochuras; é o ADN da escola de formação de executivos. Entre nós, a aprendizagem é feita com os pés bem assentes na realidade e os olhos postos nos desafios concretos de quem está no terreno. Aprender, sim. Raciocínio abstrato e pensamento criativo sim. Mas apreender para depois e logo fazer. Usar ferramentas que se testam no dia seguinte. Tirar partido de modelos que se aplicam já. E se funcionarem na empresa – com grande probabilidade – também funcionam na vida. Porque, sim, também é uma questão pessoal e de desenvolvimento pessoal. Leu bem.
Em poucos anos, subimos com a confiança dos que sabem para onde vão: estamos no top 50 mundial em formação executiva e o nosso Executive MBA figura entre os 100 melhores do mundo do Financial Times. Não é por acaso. É trabalho, é consistência, é visão – e é resultado direto da nossa capacidade de desenhar programas que falam a linguagem de quem lidera.
A nossa sala de aula é global. Temos participantes da Índia à América Latina, dos Estados Unidos à China, passando pelo Médio Oriente, e pela Europa e África. É por isso que 40 % da nossa faturação vem do exterior. Somos, com toda a frontalidade, a Escola número um em Portugal em programas internacionais. E continuamos a crescer e a esgravatar muito para conseguir resultados, porque a exigência do mundo pede respostas globais.
Essa exigência também é o que nos liga, diariamente, ao tecido empresarial. E a personalização/customização também nos diferencia. Não vendemos programas em pacote – desenhamos soluções à medida. Com impacto real. Com métricas. Com resultados. E com sentido estratégico. A proximidade às empresas permite-nos mudar, adaptar e reinventar o que for preciso, quando for preciso. Porque formação sem função utilidade e sem impacto de pouco serve.
Não ficamos, porém, por aqui. Acreditamos que um executivo não é só um decisor — é, ou deve ser, uma pessoa melhor. Com mais clareza. Com mais consciência. Com mais capacidade de agir, sim, mas também de escutar, de equilibrar, de criar relações fortes. Este é o lado humano (humanista?) da nossa visão: formar líderes com visão e com coração. Que saibam decidir rápido, mas sem atropelar ninguém. Que saibam liderar, sem se perderem de si próprios.
É isto que fazemos. E julgo, obviamente em causa própria, que fazemos bem.
José Crespo de Carvalho, presidente e CEO do Iscte Executive Education

