Os conteúdos imersivos, como realidade virtual, realidade aumentada e 360º, são, por sua vez, a aposta de 29% das marcas analisadas no estudo “Do storytelling ao storydoing: 30 marcas falam sobre a importância das histórias”.
Apenas 19% destaca o papel das histórias em direto como o Snapchat ou o Instagram Stories como ferramenta de criação de microconteúdo instantâneo.
São cada vez mais as empresas que utilizam técnicas de storytelling como vídeos (47%), webseries (3%), gamification (12%) e eventos experienciais (28%).
Segundo o relatório, esta “tendência imparável de gerar novos conteúdos e narrativas” levará a que, no próximo ano, 90% das empresas ibero-americanas incorporarão o storytelling nas suas estratégias de Marketing.
Big Data (64%), inteligência artificial (18%) e colaboradores como protagonistas (18%) são os fatores apontados pelas empresas relativamente ao que poderá afetar o ato de contar de histórias.
“O renascer do storytelling é, hoje em dia, um requerimento para fazer parte das conversações dos diferentes grupos de interesse e é uma ferramenta para nos aproximarmos de um público cada vez mais sofisticado no seu consumo de conteúdos, alimentado por diversas fontes de informação e organizado em torno de interesses concretos, um público que apenas dedicará tempo aos conteúdos com os quais se possam identificar e onde encontrem valor”, diz David González Natal, líder da área de Consumer Engagement da Llorente & Cuenca e responsável pelo estudo.
Em Portugal participaram no estudo a Bridgestone, IKEA, NOS, Parfois, Sonae Sierra e Vila Galé Hóteis, que contou a nível internacional com a AVON, Coca-Cola, Multiópticas ou Gas Natural Fenosa, entre outras empresas.


