Segundo o estudo, a maioria dos inquiridos afirma fazer questão de pesquisar sobre as companhias responsáveis pelos bens e serviços que compram. Assim, “não vale a pena tentar manter os segredos escondidos”.
O relatório indica também que dois terços da amostra global entendem que as empresas têm tanta responsabilidade quanto os governos no que toca à mudança social. São 62% a afirmar que gostaria que as suas marcas favoritas tivessem um papel mais ativo na resolução de problemas sociais.
Por fim, os dados indicam que mais de três quartos dos prosumers dizem que preferem comprar a empresas com valores idênticos aos seus. E dois terços da amostra global referem que um sistema de valores claro ajuda as companhias a serem mais lucrativas.
“Fazer alguma coisa positiva para a sociedade já não pode ser apenas uma coisa bonita para as grandes empresas. Para atingir o status de “superbrand” é necessário um propósito social forte e claramente comunicado”, afirma o CEO global da Havas Worldwide e do Havas Creative Group, Andrew Benett.

