Depois de acolhimento, na sequência de guerras, atentados ou catástrofes naturais e a forma como os diferentes países interpretaram o dever humanitário de concretizar essa proteção, surge bastão de selfie, instrumento para dispositivos móveis.
Segue-se drone, o aparelho voador que foi reinventado sob a forma de pequenos dispositivos telecomandados acessíveis ao público em geral. Depois vem esquerda, que surge a partir do muito discutido entendimento entre os diferentes partidos de esquerda.
A lista continua com festivaleiro, pois são cada vez mais os festivais que, ao longo do ano, apelam a este tipo especial de público. Plafonamento é o vocábulo que se segue, no âmbito da reforma do Estado.
Depois vem privatização, numa alusão às vendas da EDP, CTT, REN, CP e TAP. Há ainda lugar para refugiado devido ao incremento de conflitos armados e a desestruturação social nos países do Médio Oriente. Há ainda lugar para superalimento, fruto de uma crescente consciencialização relativamente ao que ingerimos.
Por fim, a lista termina com terrorismo, numa alusão ao ano marcado pelo número de ataques terroristas no mundo.
No primeiro dia de 2016 será divulgada a palavra mais votada.

