“A nossa preocupação era ter mais do que apenas um local para trabalhar. O espaço teria que ser motivador, criativo e funcional, onde os nossos colaboradores se sentissem bem. Conseguimos, com este projeto, comunicar a personalidade da Imodávila e criar espaços que permitem ser vividos”, adianta o administrador da Imodávila, Vítor Ávila.
O projeto inspirou-se no logótipo, traduzindo-se em formas, volumes e cores, que permitem delimitar e definir a utilização e apropriação dos espaços da Imodávila. Criaram-se zonas de trabalho “únicas e com personalidade”. Já no que a cores e texturas diz respeito, as agências explicam que pretenderam criar um equilíbrio entre a plasticidade das manchas de cor e a robustez de materiais, como a madeira e os elementos metálicos.
“O ‘confronto’ entre a pré-existência de valor arquitetónico histórico e a introdução de elementos contemporâneos possibilitou a construção de uma narrativa de peças e objetos que se afirmam no lugar, ao longo do percurso, resultando numa experiência de utilização e visita memoráveis”, revela a founder e diretora criativa da [IN]COMUM Design, Maria Fontes.
O CEO e diretor criativo da Mojobrands, Tiago Barquinha, acrescenta que foi um projeto “desafiante e enriquecedor”. “Espaços focados nas pessoas procuram sempre ir ao encontro das necessidades de quem o habita e visita. E um espaço inserido num edifício tão icónico como este, deve sempre preservar memórias e trazer ainda mais valor ao espaço”, defende.

