Na segunda posição está a Galp, com valores de marca de 1,8 mil milhões de euros, e na terceira a Jerónimo Martins, com mil milhões de euros.
O top 10 completa-se com o Pingo Doce (824 milhões de euros), a MEO (698 milhões de euros), o Millennium bcp (684 milhões de euros), a CGD – Caixa Geral de Depósitos (672 milhões de euros), Continente (668 milhões de euros), EDP Renováveis (529 milhões de euros) e, por fim, o Banco BPI (511 milhões de euros).
Já as marcas Novo Banco, Via Verde e Lusíadas Saúde destacam-se pela sua valorização (mais de 10%), ao passo que a TAP foi a que sofreu a maior desvalorização (mais de 20%).
Quanto aos setores de atividade, energia e retalho/distribuição representam 38% (cerca de 19% cada) do valor consolidado das 100 marcas portuguesas mais valiosas, banca 12%, petróleo e gás 11% e telecomunicações 7%, que de forma agregada valem cerca de 17 mil milhões de euros.
O estudo anual desenvolvido pela consultora OnStrategy, através da metodologia de Royalty Relief, analisa variáveis como a reputação, força, energia e avaliação financeira das marcas.


