A campanha utiliza frases como “Fazer terapia é um orgulho”, “A doença mental não te define como pessoa”, “O burnout é um sinal para mudares de vida” ou “Sentir medo é normal”. Através destas mensagens, “Izidoro O Mentalista” pretende promover “uma visão positiva e descomplicada do tema, incentivando o diálogo e desafiando preconceitos”.
A campanha arrancou oficialmente esta terça-feira, com duração prevista de um mês, e está presente em vários canais, com destaque para a edição limitada de salsichas em oito frascos exclusivos, disponíveis em supermercados por todo o País. No digital, inclui uma landing page com informações sobre saúde mental e recursos práticos, como conselhos para apoiar quem enfrenta dificuldades psicológicas. A publicidade é ainda promovida por influenciadores e embaixadores, e está visível em múpis e nas laterais e traseiras de autocarros em Lisboa e no Porto. É complementada por merchandising no site do Manicómio.
“Esta campanha insere-se nos pilares de responsabilidade social e bem-estar que a marca tem vindo a promover, de forma consistente, ao longo dos últimos anos. (…) Foi neste contexto que a marca, reconhecendo a saúde mental como uma prioridade, criou, em parceria com a associação Manicómio, a campanha ‘Izidoro O Mentalista’, para inspirar as pessoas a falarem abertamente sobre saúde e doença mental”, afirma o diretor de Marketing da Izidoro/Grupo Montalva, Marco Andrade.
Por seu lado, a diretora do Manicómio, Catarina Gomes, afirma que está em crer que, pela primeira vez, uma marca portuguesa da indústria alimentar aposta numa iniciativa deste género. “Esta parceria entre a Izidoro e o Manicómio foi uma surpresa para nós, por vermos uma marca a querer arriscar numa nova abordagem e formatos para falar sobre saúde mental. Permite-nos comunicar de forma acessível e disruptiva, reduzindo o estigma que ainda persiste. Ao integrarmos mensagens positivas e baseadas em dados científicos nos frascos dos produtos, garantimos que estas chegam a cada vez mais pessoas, especialmente durante o mês da saúde mental”, defende.
João Bernardo

