António Madeira nasceu em Paris e encontrou na Serra da Estrela a matéria-prima para desenvolver a sua visão do Dão. O produtor recuperou vinhas velhas de altitude, apostando na produção de vinhos de terroir e de mínima intervenção.
Sobre a distinção alcançada, o destaca o significado pessoal e o trabalho que está na sua origem. “É um enorme orgulho receber este reconhecimento, que resulta de muito empenho e trabalho”, diz. “Quando recebi a notícia dos 100 pontos estava precisamente a pôr no lagar a colheita de 2026 deste vinho”, comenta.
Para a Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão), este reconhecimento internacional representa uma afirmação “inequívoca” da qualidade e do potencial da região. “Distinções como esta elevam o Dão para o patamar de qualidade que pretendemos para a região e confirmam aquilo em que temos vindo a trabalhar: afirmar o Dão, os seus produtores e os seus vinhos entre os grandes nomes do vinho a nível internacional”, afirma o presidente. É um reconhecimento extraordinário para o António Madeira, mas é também um motivo de orgulho para toda a região e para todos os que diariamente trabalham para valorizar o Dão.”, conclui Manuel Pinheiro.
Simão Raposo

