No competitivo setor hoteleiro, a Eurostars Hotel Company conquistou um posicionamento de relevo. Com 284 hotéis distribuídos por 22 países, a marca é hoje a primeira cadeia em número de estabelecimentos na Península Ibérica e figura entre as dez principais da Europa. Essa liderança sustenta-se numa estratégia assente em seis marcas distintas, concebidas para responder a diferentes perfis de viajantes e a variados contextos de viagem. Entre elas, sobressaem: a Eurostars Hotels, voltada para o segmento upper-upscale; e a Áurea Hotels, que se afirma como a insígnia boutique da rede, instalada em edifícios históricos cuidadosamente restaurados, com design exclusivo e uma ligação profunda à cultura local.
Mais do que uma oferta diversificada, a Eurostars defende uma filosofia clara: qualidade, excelência e proximidade ao destino. Como a própria marca resume, “queremos que os hotéis não sejam apenas locais para dormir, mas espaços que convidem a descobrir e a viver a experiência local”. Essa atenção ao detalhe e ao serviço personalizado reforça uma proposta que vai além do alojamento e se aproxima da experiência cultural e emocional.
Um dos grandes desafios do setor é a sazonalidade. Para responder, a Eurostars aposta na diversificação de segmentos, conciliando lazer com turismo de negócios. O investimento no mercado MICE – Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions e nos eventos corporativos é cada vez mais relevante, garantindo procura estável ao longo do ano. A cadeia beneficia ainda de uma sólida rede de distribuição, apoiada pela central de reservas Restel, que lhe assegura alcance global. Em paralelo, as campanhas dirigidas a escapadelas, feriados prolongados e ofertas exclusivas para residentes procuram manter níveis de ocupação consistentes fora da época alta. A lógica é simples: multiplicar os motivos de viagem e enriquecer cada estadia com propostas de valor acrescentado.
Se há traço diferenciador na Eurostars, é a sua sensibilidade para a cultura, a arte e o património. Esta vocação manifesta-se tanto na recuperação de edifícios históricos e emblemáticos – é o caso do Áurea Museum, em Lisboa, que integra um museu no seu interior –, como na programação cultural regular. Exposições temporárias, concursos artísticos e colaborações com criadores locais tornam-se instrumentos de branding e comunicação que conectam a marca ao universo criativo. Este posicionamento traduz-se numa narrativa coerente e emocional, capaz de reforçar a identidade de cada hotel e a sua relação com o destino. Ao mesmo tempo, diferencia a Eurostars num mercado cada vez mais competitivo, em que a autenticidade é um fator decisivo na escolha do viajante.
Num contexto em que os consumidores valorizam cada vez mais experiências únicas, a Eurostars melhorou o seu programa de fidelidade, “Star Traveler”. O objetivo é ir além do tradicional modelo de pontos e descontos, apostando no reconhecimento, na exclusividade e na personalização. “Apostamos em recompensas personalizadas, upgrades experienciais e procuramos que cada estadia acrescente valor a uma relação de longo prazo, não apenas em pontos”, sublinha a marca. Deste modo, a fidelização assume-se como parte da experiência global, integrando benefícios tangíveis e intangíveis que reforçam o vínculo emocional com o hóspede.
No campo digital, a Eurostars acompanha de perto as tendências emergentes. SEM, Google e publicidade nas redes sociais da Meta têm sido os canais mais eficazes em mercados-chave como Portugal e Espanha. No entanto, a marca está já a preparar-se para o impacto da inteligência artificial nas pesquisas e para o crescente papel das redes sociais nas fases de inspiração e decisão de compra. A estratégia aposta em conteúdos visuais e inspiradores, capazes de estabelecer uma conexão emocional com o viajante. Da inspiração inicial até à experiência pós-estadia, a Eurostars utiliza redes sociais, branded content e colaborações com criadores como ferramentas essenciais.
Os planos de expansão são ambiciosos. A Eurostars quer manter a liderança ibérica e reforçar o seu peso internacional. Mais de metade das novas aberturas já ocorrem fora da Ibéria, confirmando a vocação global da cadeia. Ainda para 2025, a estratégia passa também por consolidar a arquitetura de marcas, reforçar a diferenciação e, eventualmente, incorporar novas insígnias ao portefólio. Aposta adicional será dada ao segmento de férias, com aberturas estratégicas em destinos turísticos de alto potencial. Entre elas, destaca-se o Eurostars Cayacoa, um grande resort na República Dominicana, que simboliza a ambição da marca em competir num mercado internacional cada vez mais exigente.
A Eurostars Hotel Company apresenta-se, assim, como uma marca que não vende apenas estadias, mas experiências que unem hospitalidade, cultura e identidade local. Liderando em número de hotéis na Península Ibérica, com projeção crescente no cenário global e uma clara diferenciação cultural, a cadeia mostra que o futuro do setor passa por oferecer algo mais do que quartos: passa por criar memórias.







