A distinção destina-se a jornalistas detentores de carteira profissional, autores de trabalhos individuais ou coletivos publicados em 2025 em órgãos de comunicação social ativos em Portugal.
O diretor-geral da Centromarca afirma que, com o prémio “Jornalismo que Marca”, a associação procura valorizar o trabalho dos jornalistas que ajudam a aprofundar o debate público sobre o papel das marcas na economia e na sociedade. “Num contexto cada vez mais complexo e desafiante, o jornalismo de qualidade continua a ser fundamental para informar, contextualizar e esclarecer os consumidores”, acrescenta Pedro Pimentel.
Entre os jurados desta oitava edição, vão estar representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), da Direção-Geral do Consumidor (DGC), da Direção-Geral da Economia (DGE), do Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP), da Associação Portuguesa das Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing (APAP), da Associação Portuguesa dos Anunciantes (APAN), da Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas (APECOM) e da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.
A presidência do júri está a cargo do sócio e diretor criativo da Wonder Why. Ricardo Miranda acredita que o bom jornalismo consegue ir além da superfície e revelar essas histórias com “contexto, rigor e sentido crítico”; e é esse olhar que procura reconhecer.
As candidaturas decorrem até dia 1 de maio de 2026 e o vencedor será anunciado até 3 de junho.
Simão Raposo

