A empresa, cuja meta é ser neutra em emissões de carbono até 2050, tem como objetivo compensar as emissões de CO2 da comitiva portuguesa na deslocação ao mundial, incluindo as viagens de avião e as deslocações entre o centro de estágio e os vários estádios onde decorrem os jogos.
Esta compensação será realizada através do apoio a dois projetos que promovem a captura e redução de emissões de carbono em regiões em que a empresa exerce a sua atividade, nomeadamente, em Portugal e em Moçambique.
No País, a marca vai apoiar o projeto de reflorestação associado aos Passadiços do Paiva, que une o sequestro de carbono a uma gestão florestal efetiva, que tem como objetivo o restauro, conservação e valorização dos recursos naturais. Já em Moçambique, vai apoiar o fornecimento de água potável nas províncias de Manica, Sofala e Tete.
O intuito é sensibilizar os portugueses para a importância de se ter um papel ativo no processo de transição energética.


