No que diz respeito ao design da coleção Julgado, da Adega São Mamede da Ventosa, esta nasce da ideia de que de que cada garrafa é “um veredicto de personalidade”, transformando o ato de degustar vinho numa experiência “visual e simbólica”. Tendo como inspiração o mundo da Justiça, este projeto pretende mostrar “força, harmonia e elegância num rótulo que não só apresenta o vinho como conta uma história”.
Já o Palhete baseia-se no filme “O Pátio das Cantigas”, fazendo o convite para brindar aos prazeres simples da vida com “humor, nostalgia e autenticidade”. O objetivo é que seja feita a ponte entre tradição e modernidade, unindo a “energia jovem” da Quinta D’Amares com o “charme intemporal” do cinema português.
Relativamente ao novo rótulo do Lello Douro Tinto, este tem a intenção de ser uma afirmação “visual e sensorial”, homenageando a paisagem do Douro. Esta é também uma celebração do legado histórico da família Lello e a sua ligação com a Sociedade dos Vinhos Borges.
O Legacy é um tributo à herança da Quinta D’Amares e a riqueza cultural da sub-região do Cávado. O seu design minimalista pretende refletir o carácter “refinado” e a sofisticação “subtil” do vinho. De acordo com a M&A Creative Agency, cada escolha visual foi feita para preservar o espírito de autenticidade, permitindo que a bebida ocupasse o centro do palco enquanto a embalagem serve como uma moldura “atemporal” para sua história.
No que toca aos azeites, o da Herdade Grande Este tem uma packaging com um design inspirado na mulher alentejana, em particular nos lenços e chapéus de feltro adornados com flores naturais, transformando estes elementos na linguagem visual central da garrafa. Por fim, o da Adega Mãe incorpora “simplicidade, elegância e uma profunda conexão com a terra de onde se origina”. Cada elemento foi concebido para transmitir a pureza do produto e a herança da propriedade, criando uma experiência “tão refinada quanto autêntica”.
Simão Raposo







