As sessões vão contar com a presença de artistas, tais como Dino d’Santiago, Criolo, Maro, Tomás Wallenstein, Zé Ibarra e Mayra Andrade que, em duplas, vão apresentar novas leituras das músicas uns dos outros e ligações entre diferentes geografias e sonoridades. Tal como aconteceu na primeira temporada, a curadoria artística é assinada por Henrique Amaro e Fred Pinto Ferreira, que garantem “coerência, autenticidade e uma abordagem criativa que valoriza o diálogo entre artistas da lusofonia”.
Com episódios lançados quinzenalmente, às quintas-feiras, o púbico é convidado a acompanhar de perto o processo criativo de cada artista, desde o convite e a escolha do tema até aos bastidores das gravações. Esta experiência estende-se às plataformas digitais, através Instagram, no site do projeto e nos canais de YouTube e TikTok. Maria Morango volta a ser a responsável por conduzir os seguidores pelos bastidores, entrevistas e outros momentos, sendo que passa a contar com a companhia de outros criadores de conteúdo
O diretor de Marca e Comunicação da NOS defende que este é um projeto que vive da “emoção e da partilha”, permitindo à marca aproximar-se dos fãs, seja nas redes, nas conversas ou nos momentos de descoberta. António Fuzeta da Ponte explica que, desta vez houve o intuito de celebrar o “espaço plural” que é a música, mas especificamente a música em português, com as várias expressões lusófonas.
Simão Raposo

