Amnistia Internacional lança ‘Tyrannybook’

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A Amnistia Internacional lança o Tyrannybook, uma rede social dedicada à vigilância de alguns dos líderes mundiais que mais atentam contra os Direitos Humanos. O projecto esteve a cargo da Leo Burnett Ibérica.

Segundo referido em comunicado a organização sem fins lucrativos tem
como objectivos de comunicação para 2010 envolver-se mais nas redes
sociais, não apenas com o intuito de ganhar a visibilidade que a
plataforma web proporciona, mas também para facilitar o contacto entre
o público e as causas que promove.

Os perfis das figuras são actualizados quer pela organização, quer
pelos utilizadores mediante o avançar ou recuar da situação dos países
que lideram. No entanto, vai-se expandindo com o avançar do tempo,
mediante a adição de novos perfis por parte da Amnistia. Caberá a cada
utilizador decidir quais os líderes que mais lhe interessa vigiar.

Formando uma comunidade global de defensores dos Direitos Humanos, esta
organização sem fins lucrativos tem como objectivo de comunicação em
2010 envolver-se mais nas redes sociais,

Entre si, os utilizadores podem ainda tornar-se aliados, trocando
opiniões e discutindo os assuntos da actualidade. Esta é a primeira
versão do site. E como todas as redes sociais, ela irá crescer e será
constantemente actualizada de forma dinâmica, com novas ferramentas e
funções a serem implementadas. Nesta primeira fase, são dez os perfis
dos tiranos presentes no site: Robert Mugabe de Zimbabué, Omar
Al-Bashir do Sudão, Kim Jong Il da Coreia do Norte, Than Shwe de
Mianmar, Hu Jintau daChina, Mahmoud Ahmadinejad do Irão, Thomas Lubanga
Dyilo da Republica Democrática do Congo, Radovan Karadzic da Sérvia,
Aleksandr Lukashenka da Bielorrússia e Ramzan Akhmadovich Kadyrov da
Chechénia.

Ainda segundo comunicado de imprensa, a Amnistia espera assim conseguir
um maior apoio às causas que promove, sendo que dentro do próprio
Tyrannybook todas as suas acções são reportadas e terão uma ligação
directa para o website oficial da Amnistia Internacional – Portugal,
onde os utilizadores poderão informar-se mais a fundo sobre como podem
ajudar a promover os Direitos Humanos.

Fonte: Multicom

Quarta-feira, 05 Maio 2010 16:53


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