Mais do que apenas responsabilidade social, a Chicco reconhece a sustentabilidade como um valor chave na empresa. “Acreditamos e defendemos a parentalidade sustentável e assumimos esse compromisso com as crianças, pais, pessoas em geral, mas também com o futuro, incluindo as próximas gerações, toda a sociedade e ambiente”, diz a Co-CEO da Artsana Portugal, Filipa Remígio.
A responsabilidade social faz parte do ADN da Chicco e está diretamente ligada à missão de cuidar, proteger e ajudar as famílias portuguesas em todas as etapas da parentalidade.
“Esta ajuda é proporcionada das mais variadas formas, sempre com um objetivo comum: estar presente e contribuir para o bem-estar físico e mental de todos os que cruzem caminho com a marca. Estes são os pilares que fazem da Chicco a marca que é: líder em puericultura, inovadora, transparente, solidária, honesta e justa. Tentamos transmitir estas características em tudo o que fazemos e esta é a nossa motivação para fazermos sempre mais e melhor”.
Um dos pilares é a “parentalidade sustentável”, precisamente porque a marca acredita que tem a responsabilidade de tornar, de alguma forma, a existência relevante na sociedade e no mundo. “Assumimos, há muito, o compromisso de fazer parte da construção de um presente e um futuro melhor. E isso está em tudo o que fazemos. Cuidar das crianças significa também cuidar do mundo em que vão crescer, em todas as suas vertentes. A responsabilidade social, um valor intrínseco da marca Chicco desde sempre, é apenas uma destas vertentes”.
“Este claro sentimento de missão, aliado a uma forte consciência da nossa responsabilidade como marca líder de produtos para bebé, fez com que tivéssemos vontade de desenvolver um projeto de responsabilidade social estruturado e com impacto direto na comunidade”, explica, referindo-se a Chicco dá Vida, um projeto pro bono que tem já 17 anos e que surgiu com o objetivo de prestar apoio a unidades de cuidados intensivos neonatais de hospitais e maternidades portuguesas e melhorar, consequentemente, a vida de muitas famílias e bebés portugueses. Anualmente, 1% das vendas de produtos Chicco de agosto e setembro contribuem para adquirir equipamento especializado para uma Unidade de Neonatologia.
Segundo Filipa Remígio, Chicco dá Vida é mais do que um projeto de responsabilidade da marca, é o projeto de todos, que anualmente “faz a diferença” em hospitais por todo o país, “permitindo melhorar a vida de quem lá trabalha e de todos os bebés e respetivas famílias que têm a necessidade de recorrer a UCI Neonatais bem equipadas, muitas vezes para sobreviver”. “Sabemos, porque visitamos estas unidades hospitalares e porque falamos com estes profissionais de saúde, da diferença que faz a intervenção Chicco Dá Vida na prestação de cuidados de saúde”.
Caracterizando o balanço destes 17 anos como “extraordinariamente compensador”, adianta que, desde 2006, o projeto Chicco dá Vida já ajudou a equipar 15 unidades de cuidados neonatais por todo o País, além de ter doado cerca de 750 intercomunicadores a mais de 65 unidades de saúde na pandemia, e de ter remodelado e equipado 15 cantinhos de amamentação nos 15 anos do projeto, em 2021.
Em 2023, a iniciativa aliou-se ao Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca. Conhecido como Amadora-Sintra, no ano passado, nasceram na sua maternidade 2680 bebés, mais de 10% deles prematuros. “Na entrega destes equipamentos – em outubro – tivemos oportunidade de visitar a unidade e é extraordinário o trabalho ali desenvolvido diariamente”, nota. “E é também muito compensador perceber o impacto real destes aparelhos nos cuidados de saúde prestados: com estes dois aparelhos, a Unidade de Neonatologia ficou mais completa relativamente às terapêuticas aplicadas a recém-nascidos e grandes prematuros (e são cerca de 350, todos os anos, os bebés que por ali passam)”.
Em 2023, a Chicco doou dois aparelhos: um aparelho de fototerapia intensiva e outro de hipotermia terapêutica. Nas palavras da Dra. Rosalina Barroso, diretora da Unidade de Neonatologia do HFF: “A doação vai permitir-nos intervir na “janela terapêutica”, sem necessidade de transferência dos recém-nascidos para outras instituições da Grande Lisboa, como até agora acontecia. Graças ao apoio da Chicco também poderemos receber bebés de outros hospitais que necessitem da utilização destes equipamentos.”

