Num contexto marcado pelos desafios da sustentabilidade e pelas crescentes exigências regulamentares, a organização responsável pela introdução do código de barras em Portugal reforçou, nos últimos três anos, a sustentabilidade como um dos pilares da sua estratégia. O objetivo passa por apoiar as mais de nove mil empresas associadas na adoção de padrões globais, na digitalização de processos e na promoção da rastreabilidade e da transparência ao longo das cadeias de abastecimento.
De acordo com o Relatório de Sustentabilidade da GS1 Portugal, referente ao triénio 2021-2024, houve uma evolução da governação da organização, culminando na criação, em 2025, de uma direção de Sustentabilidade, que passa a integrar a estrutura de gestão e a coordenar transversalmente as iniciativas de sustentabilidade.
O Plano Diretor de Sustentabilidade 2025-2027 traduz esta evolução numa agenda de atuação estruturada em quatro grandes eixos estratégicos, nomeadamente: o reforço do valor entregue aos associados; a promoção de maior transparência, capacitação e integridade; aceleração da transição digital e a rastreabilidade das cadeias de valor; e a consolidação da inovação e do apoio às empresas na resposta aos desafios de sustentabilidade.
Esta estratégia prevê ainda mecanismos permanentes de monitorização e revisão. Desta forma, permite incorporar a evolução da regulamentação europeia, os avanços tecnológicos e as expectativas dos stakeholders, assegurando uma implementação alinhada com as melhores práticas internacionais.
Na perspetiva do diretor-geral, a sustentabilidade deixou de ser apenas um compromisso para passar a constituir um “fator crítico” de competitividade das empresas. “Com este novo Plano Diretor de Sustentabilidade, a GS1 Portugal reforça o seu compromisso de apoiar os seus associados na transição para cadeias de valor mais digitais, rastreáveis, eficientes e sustentáveis, contribuindo para aumentar a competitividade da economia portuguesa”, conclui Paulo Gomes.
Simão Raposo

