Este vilão serve de professor para ensinar as crianças sobre os perigos do calor extremo e como se prevenir dos seus efeitos. Pelo meio, vão sendo dadas dicas de como se manter hidratado, e baixar a temperatura com compressas frias, borrifadores de água ou ventoinhas movidas a energia limpa. Mas não só, pois no jogo também se explora a importância de cuidar do planeta, criar espaços verdes com sombras de árvores e aprender sobre soluções de política climática urbana.
Apesar de se poder jogar em casa, o jogo foi particularmente desenvolvido para ser projetado em sala de aula como uma forma de levar os alunos a refletirem e cuidarem do planeta em comunidade.
Os jogadores embarcam numa jornada para proteger a sua vila virtual do famoso dragão. São desafiados a explorarem países ao redor do mundo à procura de soluções que combatam o aquecimento global, que os podem proteger não só no mundo do jogo, mas também na vida real. “Enquanto jogam, os alunos aprendem que parques, superfícies reflexivas e estruturas de sombra podem reduzir as temperaturas”, lê-se no site da Minecraft Education.
O Minecraft é um jogo feito de blocos, criaturas e comunidade; e o Adrienne Arsht-Rockefller Foundation Resilience Center é uma organização sem fins lucrativos que pesquisa métodos de resiliência climática.

