De acordo com relatório do observatório europeu Copernicus, a nível global, o mês de agosto vai igualar o recorde de temperatura para o mesmo mês estabelecido em 2023, ou seja, 1,51°C acima da média do clima pré-industrial (1850-1900). Este limiar já foi ultrapassado em 13 dos últimos 14 meses.
Segundo o programa, os recordes de calor são alimentados por um sobreaquecimento “sem precedentes” dos oceanos, que absorveram 90% do excesso de calor causado pela atividade humana.
Vários países como Espanha, Japão, Austrália e várias províncias da China anunciaram esta semana terem medido níveis históricos de calor relativos ao mês de agosto.
“Estes recordes de calor são sinónimo de alerta vermelho”, declara a diretora da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Celeste Saulo.

