De acordo com a FEP, o prémio que é agora lançado pretende distinguir projetos académicos ou não académicos com foco em três áreas: investigação científica em sustentabilidade, através de dissertações, teses ou artigos científicos que explorem finanças sustentáveis, gestão responsável ou desenvolvimento sustentável; gestão de iniciativas com propósito, com impacto positivo no bem-estar social e ambiental da academia ou das comunidades envolventes; e empreendedorismo de impacto, nomeadamente modelos de negócio sustentáveis e financeiramente viáveis, cujo foco é o impacto ambiental e social.
Para o primeiro trimestre deste ano, está prevista a realização de quatro webinars, com o objetivo de debater as várias áreas de premiação e esclarecer eventuais dúvidas. O primeiro será uma apresentação das várias categorias do prémio, o segundo incidir-se-á no contributo da academia para um futuro sustentável, o terceiro vai abordar iniciativas da comunidade académica que impactam a sociedade, e o último focar-se-á nos negócios que transformam a economia e o bem-estar social.
Na perspetiva do diretor da FEP, Óscar Afonso, a assinatura deste protocolo de cooperação com o Crédito Agrícola representa “um passo significativo” na concretização da missão da instituição de ensino, que consiste em reforçar os laços entre o mundo académico e o tecido empresarial. “Estamos confiantes de que esta colaboração trará benefícios mútuos, potenciando a excelência académica e promovendo um impacto positivo na sociedade”, acrescenta.
Já o administrador do grupo financeiro, Luís Seabra, considera que é importante construir pontes com “instituições de referência” no ensino superior português e que esta parceria, em particular através do prémio, será um incentivo para os futuros líderes da economia portuguesa.
Simão Raposo

