Esta iniciativa da Fundação AIP distingue projetos enquadráveis em seis categorias estratégicas para o desenvolvimento urbano e territorial, nomeadamente: Neutralidade Carbónica e Transição Energética; Mobilidade Sustentável e Inteligente; Espaço Público, Qualidade Urbana e Bem-estar Territorial; Inclusão Social, Inovação Social e Comunidades Inteligentes; Transformação Digital, Governação e Dados; e Reabilitação Urbana Sustentável e Inteligente.
Na edição de 2026, os Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques têm como novidade o alargamento das entidades elegíveis. Além das Comunidades Intermunicipais, municípios, juntas de freguesia e empresas públicas e privadas, passam agora também a poder apresentar candidaturas Universidades e Institutos Politécnicos, de forma a reconhecer o papel da inovação empresarial e do conhecimento científico na construção das cidades do futuro.
Para o presidente do júri, António Almeida Henriques, esta abertura reforça a ligação entre conhecimento científico, dados, tecnologia e aplicação no território, promovendo uma maior articulação entre investigação, políticas públicas e implementação concreta.
Podem candidatar-se trabalhos já executados, em fase de implementação ou em desenvolvimento, desde que demonstrem impacto, inovação, potencial de replicação e contributo relevante para o ecossistema Smart Cities. As candidaturas decorrem até ao dia 20 de abril.
Simão Raposo

