Segundo explica a EDP, em nota à imprensa, “os sons gerados pelo público e pelo elenco vão ser captados e analisados por um sistema que mede os decibéis do espetáculo”. Desta forma, será possível saber quais os momentos em que os espectadores se emocionaram mais, reagindo de uma forma mais efusiva, e – no final do espetáculo – estes decibéis serão convertidos em quilowatts/hora. Esta energia será destinada a uma causa ou instituição escolhida pela companhia ou artista que atue neste teatro.
“Na EDP definimo-nos como a “energia das pessoas” e questionávamos como poderíamos recolher toda a energia que é gerada num local como um teatro, e poder depois partilhá-la com o maior número de pessoas possível. Graças a este sistema inovador, cada espetador do teatro EDP Gran Vía de Madrid vai converter-se numa fonte de energia para os outros”, destaca Vera Pinto Pereira, administradora executiva da EDP.

