O banco esclarece que não é uma ferramenta de pesquisa, mas sim de obtenção de informação através de um modelo de pergunta e resposta, sem intervenção humana, mas da mesma forma que ocorre a interação tradicional entre duas pessoas.
“A Bea está sempre a aprender com as questões colocadas, não sabe tudo mas vai saber, enriquecendo e ampliando o conhecimento para futuras respostas. Sempre que alguém fizer perguntas, fica mais inteligente. Está, portanto, numa fase inicial de aprendizagem”, refere o diretor de Marketing, António Martins.
O lançamento da Bea segue-se ao do login por reconhecimento facial e da abertura de conta por videochamada.

