“É uma notícia fantástica para as duas companhias, não apenas porque é o maior grupo de comunicação do mundo, mas porque, dada a sua reputação, é o melhor”, adiantou. “Agora temos algumas das agências reconhecidamente mais criativas a trabalhar no mesmo grupo, pelo que a nossa paixão por entregarmos grandes ideias criativas que vendem permanece num grupo que acredita no poder da criatividade”, frisou.
“Esta fusão permite-nos alinhar, em dimensão e força, para melhor competirmos num mercado global em que as empresas de publicidade se estão a transformar em negócios com escala e rendimento. Isto permite-nos estar melhor preparados para o futuro”, acrescentou.
Anthony Gibson ressalva, contudo, que esta é uma fusão das empresas-mãe, não de marcas individuais como a Leo Burnett, a Publicis, a BBDO, a TBWA e a ARC. Por esta razão, não se antecipam mudanças na liderança ou nas equipas.
Fonte: Briefing


