Há histórias e experiências que são magnéticas

A diretora de Marketing e Experiência do Cliente da CUF, Ana Allen Lima, partilha, na 1.ª Pessoa, a sua visão sobre o projeto “Magnetic Stories”, que venceu um Grand Prix nos Cannes Lions 2024.

Há histórias e experiências que são magnéticas

É inquestionável que a Medicina Moderna beneficia grandemente da sofisticação tecnológica dos meios de diagnóstico, nomeadamente de exames de imagiologia, entre eles a Ressonância Magnética. Este exame de diagnóstico utiliza ondas de radiofrequência para obter imagens do corpo humano, mostrando órgãos e tecidos com grande detalhe, o que permite diagnósticos mais precisos.

Quem já fez uma Ressonância Magnética sabe que é um exame não invasivo, mas que exige alguma calma e concentração: a ressonância exige imobilização total por parte do paciente e, durante a captura de imagem, a máquina emite um sons semelhantes a marteladas e apitos sonoros, em tudo semelhantes a um estaleiro de obras. Algo tolerável para um adulto, mas certamente muito desafiante para uma criança. Mas terá de ser forçosamente assim? Se não podemos eliminar esses ruídos para beneficiar das ressonâncias, será que conseguimos transformá-los?

Foi este o desafio que nos foi apresentado pela BRO Productions, quando nos solicitou colaboração na realização das Magnetic Stories: a construção de histórias infantis que incorporam os habituais ruídos da ressonância em histórias divertidas.

Participar neste projeto, contribuir para a melhoria da experiência dos nossos clientes mais jovens, foi algo que nos motivou a todos, não só na equipa de Marketing como nas equipas de Imagiologia e equipa do Hospital CUF Descobertas, onde decorreu o projeto piloto.

Para além da satisfação evidente que advém da potencial melhoria da experiência de todas as crianças que necessitem de realizar este exame, destaco três características significativas deste projeto:

  • A simplicidade do conceito: em vez de tentar reduzir ou mesmo terminar os ruídos característicos da ressonância magnética, o projeto aceita-os e incorpora-os, utilizando-os como elemento central das histórias infantis.
  • A criatividade: sendo um conceito simples, é bastante original e exige bastante criatividade para que seja bem conseguido.
  • A escalabilidade: o objetivo último é que todas as crianças possam beneficiar destas histórias. Como os sons são sempre os mesmos, a mesma história pode ser utilizada em qualquer unidade de saúde, permitindo a implementação do projeto em larga escala, beneficiando um número significativo de crianças.

É certamente com muito orgulho que assistimos ao desfile de prémios que este projeto arrecadou em Cannes. Mais importante que todos os leões – que, naturalmente, muito nos honram – é o sorriso de todos os pequenos heróis e heroínas, que com a ajuda destas histórias mais facilmente irão passar a realizar estes exames.

Ana Allen Lima, diretora de Marketing e Experiência do Cliente da CUF

 

 

Quinta-feira, 04 Julho 2024 10:00


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