Os rótulos da gama tinham sobretudo uma função explicativa, centrada na apresentação das características do produto. Hoje, uma vez que a categoria está já mais madura e há mais consumidores, os vinhos 0%riginal focam-se menos na explicação e estão mais orientados para a construção de marca.
“Este rebranding visa afirmar o 0%riginal através de um código visual de vinho moderno, reforçar a proximidade com um público adulto mais jovem – para quem a moderação e a estética contam na decisão de compra – e consolidar a presença no canal Horeca, setor em que uma garrafa só entra na carta se tiver presença à mesa”, explica o Head of Marketing da José Maria da Fonseca, António Soares Franco, sobre os objetivos do rebranding.
A renovação marca ainda a entrada na chamada “geração 2.0” dos vinhos 0%riginal, resultado de mais de duas décadas de investigação da José Maria da Fonseca na área da desalcoolização, com equipamento próprio e parcerias com universidades de referência do setor.
A gama fica agora completa com quatro referências: 0%riginal Branco, 0%riginal Rosé, 0%riginal Tinto e 0%riginal Espumante Branco. Esta última, que é a novidade da marca, é produzida a partir da casta Moscatel Galego, em solos argilo-calcários e arenosos. De aspeto límpido e brilhante, apresenta uma tonalidade citrina clara, com bolha fina e persistente. No aroma, revela um perfil jovem e fresco, marcado por notas frutadas de maçã verde, pera e citrinos, acompanhadas por nuances florais.
Carolina Neves

