A Magna Global justifica o desempenho do mercado nacional com a situação política e económica do país, considerando que “continua a ser pouco positiva para as expectativas dos agentes económicos”. Diz a agência que a recuperação do mercado publicitário “não é expectável que ocorra já em 2014”, ainda que possa ser mais favorável do que o ano em curso.
O comportamento do mercado português está em linha com o mercado europeu na sua globalidade, que, segundo este estudo, apresenta uma das taxas de crescimento mais discretas. Assim, na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) o investimento publicitário deverá crescer 0,4 por cento em 2013 e 3,3 por cento em 2014. A América Latina deverá apresentar o maior crescimento, estimado em 12,5 por cento.
O crescimento à escala mundial deverá atingir, em 2014, os 6,1 por cento.
Os meios digitais continuarão a ser o motor do investimento publicitário global (devendo crescer 13% em 2013), com destaque para o search (+15%), os formatos vídeo (+21%), o mobile (+54%) e os formatos em media social (+40%).
Os eventos globais são tradicionalmente fortes impulsionadores do investimento publicitário televisivo, pelo que 2013 ressentir-se-á da ausência deste tipo de eventos – mantendo-se como o meio de maior peso (40%) a televisão deverá crescer apenas 2% em 2013, depois de ter crescido 5% em 2012. A imprensa deverá continuar a decrescer, enquanto rádio poderá crescer 1% e exterior 3%.
Esta análise engloba as condições do mercado publicitário em 73 mercados individuais.
Fonte: GCI

