O banco espanhol fez parte da F1 entre 2007 e 2017, tendo mantido uma aliança com a Scuderia Ferrari desde 2010, que agora volta a acontecer muito focada no tópico da sustentabilidade. A equipa italiana está a desenvolver as operações logísticas de corridas com menos peso no transporte, eliminação de plásticos descartáveis, entre outras coisas, e pretende ser neutra em carbono.
“Estamos muito entusiasmados por voltar a trabalhar com a Ferrari, assim como em apoiá-los na transição verde. O Santander está totalmente comprometido em combater as alterações climáticas e, como líder europeu de financiamento automóvel, estamos determinados em ajudar a indústria automobilística a tornar-se verde”, afirma a presidente do Santander, Ana Botín.
Por seu lado, o presidente da Ferrari, John Elkann, sublinha que é uma honra trabalhar de novo com o banco, que “tem mostrado liderança no financiamento de projetos de energia renovável e serviços de consultoria ESG (ambiental, social e governance) em todo o mundo”. O responsável agradece ainda o apoio para cumprir o objetivo principal da equipa de se tornar neutra em carbono até 2030, e acredita que a F1, “com as suas inovações e desenvolvimentos tecnológicos, beneficiará a indústria e, em última análise, a sociedade como um todo”.

