Publicidade nos talões de caixa? É eficaz, garante a Sigmabalance

Publicidade nos talões de caixa? É eficaz, garante a Sigmabalance

O verso dos talões de caixa está diferente desde que a Masterticket começou a inserir publicidade colorida: uma solução de marketing que é gerida pela Sigmabalance, a nova agência especializada nascida no Porto. Ao Briefing, Rui Silva, o seu fundador, assegurou que este conceito é uma aposta segura para as empresas: vai direto ao consumidor final, com eficácia e com baixo custo.

A Sigmabalance nasceu para dar continuidade ao crescimento sustentado da marca de franchising Masterticket e conseguir a sua expansão além-fronteiras, nomeadamente nos países lusófonos.

No centro da atividade da nova agência está um conceito de publicidade e marketing que usa o verso dos talões de caixa como um meio de comunicação privilegiada para atingir o consumidor final, “de forma segura e eficaz”, afirma Rui Silva. E eficaz porquê? Porque não se trata apenas de dar visibilidade às marcas, já que as inserções nos talões de caixa são acompanhadas de descontos e promoções.

Esta é uma solução mais direcionada para micro e pequenas e médias empresas, às quais oferece – adianta o responsável pela Sigmabalance – a possibilidade de controlarem e analisarem facilmente a eficácia das campanhas publicitárias.

Para as marcas, afiança Rui Silva, o Masterticket tem uma mão cheia de vantagens: a publicidade é “entregue garantidamente na mão” dos potenciais clientes dos anunciantes, as campanhas possuem “o mais baixo custo por contacto do mercado”, o elevado nível de repetição do anúncio “aumenta obrigatoriamente a notoriedade” do negócio, as promoções e descontos inseridos nas campanhas “despertam o consumo e estimulam a compra”.

E será que os consumidores olham mesmo para os talões? Rui Silva afirma que este suporte publicitário não é descartado rapidamente porque contém descontos e promoções. Acredita também na capacidade para captar a atenção dos potenciais clientes na medida em que não se está a “impingir” publicidade: “A verdade é que este conceito tem um carácter positivo porque não ‘molesta’ o cliente final (não entregamos mais um papel com publicidade)”, conclui.

Fonte: Briefing

Sexta-feira, 14 Dezembro 2012 12:19


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