Melhorar a experiência do cliente, fortalecer o compromisso com a sustentabilidade e fazer uma modernização geral. São estes os pilares em que assenta a transformação da retalhista francesa, criada em 1976. No início desta jornada, a DECATHLON escreveu a sua “North Star”, que consiste numa “ambição a longo prazo para acelerar a sua missão para o bem da sociedade e do planeta”.
No que diz respeito à imagem, o azul dinâmico é a cor dominante e acolhe agora um novo ícone da marca – a “Órbita” – “que expressa movimento, a ambição de alcançar novos patamares e a circularidade, no coração do modelo de negócio sustentável” e “reflete a ambição da insígnia ao mesmo tempo que celebra o seu passado”.
Já em relação ao portefólio, este apresenta-se renovado com nove categorias especialistas: a Quechua, para montanha; a Tribord, para água e vento; a Rockrider, para ciclismo outdoor; a Domyos, para fitness; a Kuikma, de raquetes; a Kipsta, dirigida a desportos coletivos; a Caperlan, para vida selvagem; a Btwin, com trotinetes e outros artigos mobilidade urbana; e a Inesis, para precisão. Além disso, existem outras quatro marcas expert, nomeadamente: a Van Rysel, a Simond, a Kiprun e a Solognac.
O digital também é alvo de uma intervenção, sendo que o site também sofreu uma reformulação global, com a intenção de “proporcionar uma experiência de compra perfeita aos clientes a qualquer hora e em qualquer lugar”, e foi feito um investimento na Inteligência Artificial.
As lojas também não foram esquecidas, estando planeada a renovação dos 1.700 espaços em todo o mundo, que vão oferecer aos clientes “uma navegação intuitiva, maior visibilidade dos produtos, displays físicos e digitais envolventes e uma atmosfera esteticamente agradável”.
Outra das preocupações é a sustentabilidade, tendo sido definidas metas de descarbonização, como a redução, em 20%, das emissões absolutas de CO2 em 2026; e a diminuição de 42% das emissões absolutas em 2030 e net zero até 2050.
Simão Raposo






