A E.Life acredita que “a inteligência artificial (IA) tem ‘contaminado’ todas as áreas da sociedade” mas que “são os assistentes virtuais que vão estar em destaque no próximo ano”, com as notificações através de Google Home, Amazon Echo ou HomePod a ultrapassarem o SMS e a mensagem push. Quanto à tecnologia ao serviço dos cuidados de saúde, o grupo declara que apesar do ceticismo ligado a questões éticas os avanços tecnológicos são cada vez mais importantes de forma a “ajudar a aumentar a esperança média de vida”, através da “criação de aplicações como a SafeCardio que analisa eletrocardiogramas para prevenir problemas com o coração”.
Face à inovação, a empresa acredita que “a tecnologia está a tornar-se transversal a toda a sociedade” e, portanto, “as empresas têm de aprender a reagir e a adaptar-se às inovações”. Quanto à transformação, será “conduzida pela ciência”. Assim, nos próximos anos, “o conteúdo não poderá cingir-se ao texto”, as empresas terão de apostar na imagem e vídeos, “bem como garantir experiências únicas, sensoriais e imersivas através de realidade virtual”. Outra tendência será a wearables, “tecnologia que se veste”, que “nas últimas duas décadas têm assistido a um enorme crescimento”. São exemplo disto smartwatches, pulseiras de tracking ou aparelhos auditivos.

