Estima-se que, em Portugal, cerca de 48 mil pessoas sofrem com esquizofrenia. Esta é uma doença que aporta alguns preconceitos e é com a “urgência” de dar voz aos doentes que surge esta iniciativa, para “desmistificar ideias feitas, promover a empatia e reforçar o papel da sociedade na inclusão”. Além disso, inclui os contributos dos psiquiatras Henrique Prata Ribeiro, do Hospital Beatriz Ângelo; e de Ricardo Caetano, da Unidade Local de Saúde de Lisboa Ocidental. Conta ainda com o apoio da ARIA – Associação de Reabilitação e Integração Ajuda.
A diretora-geral da Lundbeck Portugal, Sara Barros, explica que esta campanha nasce da convicção de que “nenhuma condição de saúde mental deve silenciar quem a vive”. “Queremos promover uma nova narrativa, centrada na dignidade, na recuperação e na possibilidade real de uma vida plena”, acrescenta.
O primeiro episódio de “Vivo com esquizofrenia. E então?” já está disponível nas redes sociais da farmacêutica. Os restantes serão lançados mensalmente, convidando o público a conhecer, refletir e mudar o olhar sobre esta condição.
Simão Raposo

