E são eles: “Mal-estar”, “Interrupção”, “Incongruência”, “Deceção”, “Overdose”, “Tornar pessoal”, “Escassez de qualidade”.
Ao apontar o primeiro pecado mortal do marketing – “Mal-estar” –, Jon Wilkins afirma que as pessoas reagem de forma diferente quando veem um anúncio que não gostam na TV e quando veem o mesmo anúncio no mobile. É que para um anúncio aparecer no mobile tem de ser relevante para quem o vê, caso contrário é “apenas irritante”.
“Interrupção” – No ambiente online, os consumidores são “constantemente” interrompidos por publicidade, e criticam a necessidade de “fechar janelas” para ver o conteúdo que lhes interessa.
“Incongruência” – As marcas estão a escolher o momento, o meio e a audiência errada para passar as suas mensagens.
“Deceção” – Os consumidores não confiam na publicidade. As marcas precisam ser mais verdadeiras.
“Overdose” – “É tudo em demasia”. A repetição da mensagem tem um efeito negativo e leva à exaustão do consumidor.
“Tornar pessoal” – “É tempo de usar os algoritmos a favor da publicidade”. A segmentação pode ser utilizada para transmitir mensagens para o público-alvo, mas a utilização de algoritmos deficientes pode ter consequências negativas. Os consumidores não querem ser notificados com mensagens de marcas pelas quais já mostraram desapreço.
“Escassez de qualidade” – “Simplesmente, o que as marcas estão a fazer não é suficientemente bom”. Os orçamentos mais reduzidos levam com que as marcas tenham de “fazer mais com menos”, o que nem sempre tem um resultado positivo.
Os “Sete pecados mortais do marketing” é o resultado do estudo realizado pela We Are Social Media para a WFA, no âmbito do Project Reconnect. Este projeto pretende alinhar as estratégias das marcas com as expetativas dos consumidores.

