Benamôr: Em beleza, com amor

O que acontece quando se junta bem(-estar) e amor? Nasce a Benamôr, marca de beleza portuguesa, com uma alma artesanal e botânica. No ano em que soma um século, reúne 140 referências – de perfumes a cuidados de rosto e corpo – e quase um milhão de unidades produzidas por ano. O CEO, Pierre Stark, resume tudo numa frase: “Feita à mão, com amor. Desde sempre”.

Benamôr: Em beleza, com amor

A Benamôr tem vindo a escrever uma “história singular” no universo da cosmética portuguesa, desde 1925. Com raízes em Lisboa e uma alma profundamente botânica, tornou-se uma marca global sem nunca deixar de ser artesanal. Este ano, celebra um século de existência com uma energia renovada e a ambição de continuar a criar produtos autênticos e singulares, sempre com amor.

Global e nacional

A Benamôr é uma marca de beleza global, nascida em Portugal. Global, porque está presente em mais de 30 países, onde a sua vocação primordial continua a ser a de propor uma gama de receitas de beleza naturais completas, desde os tratamentos do rosto e do corpo até aos perfumes. Portuguesa, porque os produtos são inspirados na tradição e inovação botânica nacional, e porque continuam a ser preparados à mão, com “imenso carinho, atenção e dedicação, na fábrica”, desde 1925.

1925: O início

“Cem anos significam, em primeiro lugar, uma longevidade única no mundo das marcas de cosmética e de beleza”, afirma o CEO, Pierre Stark. O ponto de partida foi o Creme de Rosto, criado em 1925 num pequeno laboratório de farmácia no Campo Grande, em Lisboa. De “fórmula eficaz e design arrojado”, em bisnaga de alumínio, rapidamente se tornou um clássico. Quatro gerações depois, mantém-se um dos produtos mais vendidos da marca. “O Creme de Rosto, que continua a ser ainda hoje um dos nossos best-sellers absolutos, foi formulado em 1925, foi usado por quatro gerações de consumidoras fiéis, além das mais jovens que cada dia descobrem uma marca de beleza portuguesa de extraordinária qualidade”, diz. 

Desde o início que a Benamôr se distinguiu pelo compromisso com a qualidade e pela criatividade nas campanhas. A mais memorável? “Bocas que pedem Beijos”, lançada, nos anos 30, para uma pasta dentífrica, “ousada, moderna e bem-humorada”.

Partilha de gerações

Mais do que nostalgia ou o encanto do passado, a longevidade da Benamôr explica-se pela sua capacidade de inovar. O segredo, defende Pierre Stark, está sobretudo ligado à sua capacidade de desenvolver produtos cosméticos “inovadores, que atraem e fidelizam consumidores exigentes, graças às receitas de beleza de grande qualidade”. Inovar, na Benamôr, é uma exigência contínua, e foi assim desde o início.

Com um laboratório próprio de investigação e desenvolvimento (R&D) e uma fábrica onde todos os produtos continuam a ser feitos à mão, a marca garante controlo, consistência e qualidade. Atualmente, conta com 130 colaboradores e produz anualmente quase um milhão de unidades, distribuídas por mais de 140 referências.

Impulso para o futuro

A celebração dos cem anos é, nas palavras do CEO, “um momento especial e único”, que está a ser assinalado com lançamentos e colaborações que homenageiam o passado e projetam a marca para o futuro. As primeiras edições limitadas de comemoração do centenário foram lançadas no último Natal, com as gamas Laranjinha e Alecrim, com embalagens de design do centenário que refletem a origem do logotipo da Benamôr.

Mais recentemente, foi lançada a versão de 2025 do Creme de Rosto e a nova Água de Colónia Jacarandá, um tributo delicado a Lisboa, que se revelou um “êxito fantástico de vendas”. Em junho, chegou às lojas uma colaboração especial com a ceramista e artista plástica Bela Silva, celebrando o centenário do Creme de Rosto através da arte. E há mais ativações previstas, nomeadamente no campo artístico e digital, que se irão desdobrar ao longo do ano.

À volta do mundo

Apesar da expansão para mais de 40 países – com destaque para Espanha, Reino Unido, Itália e Coreia do Sul –, Portugal continua a ser o mercado principal, representando cerca de dois terços da faturação da marca. Essa força é sustentada pela rede de dez lojas próprias em território nacional e por uma presença crescente no retalho dos aeroportos.

A internacionalização, ainda que “desafiante” para uma marca independente, é encarada como um caminho natural: “A progressão da nossa rede de retalho próprio deve-nos permitir levar progressivamente a marca à volta do mundo”, afirma Pierre Stark.

Cem anos, novas metas

Para este ano, o grande objetivo da Benamôr é capitalizar o momento do centenário para crescer em notoriedade e fidelizar novos consumidores. “Temos um potencial imenso, em Portugal, de consumidores que conhecem a marca sem realmente a conhecer”, garante o CEO, exemplificando com o produto best-seller. “Quando apresentamos a bisnaga do Creme de Rosto, a grande maioria reconhece a marca, mas é evidente que o centenário é um momento especial e único para fazer chegar a Benamôr a um público alargado, sensível à existência de uma marca nacional deste nível de qualidade e com uma longevidade tão única”.

A ambição é clara: tornar-se a marca de cosmética e beleza preferida dos portugueses. No horizonte, está também a abertura progressiva de lojas próprias nos “mercados mais emblemáticos”, à medida que surgirem oportunidades.

O futuro

A beleza, para a marca, é um manifesto de bem-estar, que transcende idade e género. O nome Benamôr reflete essa filosofia: uma fusão de bem-estar com amor, presente desde a fundação. E é com esse amor, e com o mesmo cuidado artesanal de 1925, que se constrói o futuro.

Quando se imagina a Benamôr daqui a cem anos, Pierre Stark, responde com convicção: “Em primeiro lugar, o coração de todos os portugueses. Mas também a posição internacional reconhecida de uma marca de beleza de referência, com produtos icónicos”. E acredita que as conquistas do segundo século serão baseadas nos mesmos valores que permitiram a conquista do primeiro: “A autenticidade, a qualidade, a sinceridade, a proximidade e um toque de irreverência, que estimulam a criação dos nossos produtos até à produção dos mesmos, sempre à mão na nossa fábrica, desde 1925”. “E sempre, como temos no nosso nome, com amor”, remata.

Quarta-feira, 03 Setembro 2025 08:25


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