Entre um mergulho em conteúdos de Inteligência Artificial (IA), inovação e futuro dos media e noites com Lola Young, Alanis Morissette ou Jack Johnson em palcos a poucos metros de distância, a conversa passa por aquilo que torna o SXSW um lugar raro, a convergência real entre criadores, marcas e tecnologia. Um dos momentos-chave é a palestra do cofundador da Patreon, Jack Connors, que compara o impacto histórico do sintetizador na música ao potencial da IA para artistas e content creators, uma analogia que emociona a sala e cristaliza o tom deste ano, não se trata de substituir talento, mas de ampliar possibilidades criativas.
Do lado das marcas, o olhar é claro, quem tiver a música, a cultura e o rock no ADN ganha memória e empatia, porque as experiências que conjugam som, narrativa e tecnologia colam se ao coração das pessoas por muito mais tempo. Para quem trabalha em comunicação e marketing, SXSW funciona como um laboratório vivo onde estratégias de marca, storytelling, dados e performance artística se encontram num único ecossistema, de manhã em painéis sobre IA generativa, à tarde em reuniões com founders e, à noite, a centímetros de novos talentos em palco.
É desse lugar, entre o ruído das guitarras e o buzz das salas de conferências, que chega este convite, para o ano, venham a Austin, respirem este banho de grito e acompanhem a cobertura completa na Briefing, em parceria com o Institute for Tomorrow. Este vídeo é apenas a primeira paragem de uma série de conteúdos que a Briefing e o Institute for Tomorrow estão a produzir, pelo segundo ano consecutivo no SXSW, com entrevistas, insights e pistas práticas para marcas e profissionais que querem perceber, a partir do Texas, para onde está a ir o futuro da comunicação.
João Baptista, fundador do Institute for Tomorrow

