O profissional dá o exemplo das marcas históricas e sublinha que se ainda cá andam e se se mantiveram relevantes durante tanto tempo, é porque acertaram em algo essencial. Lourenço Arriaga reforça que é fundamental que quem lidera a insígnia aprofunde o que isso é, o revisite com frequência e o exponencie. A partir daí, tudo o resto deve ser questionado: a linguagem, os códigos, a forma de estar na cultura.
Quanto a quem tem autoridade para traçar essa linha, o Global Marketing Director da Kraft Heinz diz que é uma responsabilidade partilhada. “Pode parecer um clichê, mas a realidade é que quando uma marca vai longe demais, os consumidores não hesitam em mostrá-lo”, conclui.
Simão Raposo

