Siemens: Quando a tecnologia serve um propósito

Siemens: Quando a tecnologia serve um propósito

A atuação da Siemens tem sido orientada pelo propósito de, através da tecnologia, melhorar o dia a dia das pessoas e tornar as indústrias mais eficientes e resilientes. “Combinamos o mundo real e o digital como ninguém, com a ambição de desenvolver tecnologias que deem resposta a desafios globais tão prementes como as alterações climáticas, a escassez de mão de obra ou a baixa produtividade”, declara o diretor de Comunicação da Siemens Portugal, Hugo Modesto. 


Este propósito não é apenas uma declaração de intenções, garante o responsável da marca, é algo que a Siemens vive todos os dias. “Está intrinsecamente ligado ao nosso modelo de negócio, à nossa estratégia de sustentabilidade e à forma como nos organizamos enquanto equipa. Acreditamos genuinamente em ‘Technology with Purpose’: não existe apenas para inovar, mas para gerar impacto positivo e mensurável na sociedade, no ambiente e na economia. É com esta convicção que trabalhamos. Criar valor duradouro para todos os nossos stakeholders”.

Este propósito, segundo Hugo Modesto, materializou-se no DEGREE, o programa-quadro que estrutura as metas de sustentabilidade até 2030. 

Organizado em três áreas de impacto – descarbonização e eficiência energética, eficiência de recursos e circularidade, e people centricity e sociedade –, o DEGREE permite medir o impacto real gerado, traduzindo as ações em métricas concretas. “Não basta dizer que queremos fazer a diferença, temos de o demonstrar”, frisa.

Casos práticos que refletem como o propósito contribui para a reputação da marca não faltam; e “um exemplo claro é o campus em Alfragide”. 

O Sustainable & Smart Campus materializa o compromisso da Siemens com a descarbonização e a digitalização, e funciona como uma montra viva do que a tecnologia pode fazer para tornar as empresas e as economias mais produtivas, flexíveis, sustentáveis, eficientes e resilientes. “Com este projeto, conseguimos reduzir cerca de 40 % do consumo de energia e de água: resultados que reforçam a nossa reputação como parceiro de referência em sustentabilidade e eficiência operacional”, nota o diretor de Comunicação da Siemens Portugal.

Mas o impacto vai além das próprias instalações. Na ilha Terceira, foi implementado um sistema de armazenamento de energia e gestão de microrredes para a Empresa de Electricidade dos Açores, que contribui para a redução do consumo de combustíveis fósseis e das emissões de gases com efeito de estufa. “É uma referência dentro do universo Siemens e demonstra como a tecnologia pode acelerar a transição energética em contextos reais e desafiantes”, acrescenta Modesto.

Ao nível de inovação, o porta-voz destaca a Decarbonization Business Optimizer (DBO), uma ferramenta digital desenvolvida pela equipa do Portugal Tech Hub e exportada para os EUA, que simplifica o processo de descarbonização de instalações e o respetivo financiamento, com o objetivo de atingir a neutralidade carbónica. “É o tipo de solução que reforça o nosso posicionamento como parceiro estratégico na jornada de descarbonização dos nossos clientes e que, mais uma vez, é uma solução made in Portugal para o mundo”.

Noutra dimensão, o propósito da Siemens Portugal reflete-se ainda na forma como se envolve com a sociedade, através do Siemens Care. O ecossistema de voluntariado nasceu da ambição de criar valor duradouro nas comunidades e de reforçar o compromisso da Siemens com a promoção da sustentabilidade e o acesso à educação e à tecnologia. 

“Este tipo de iniciativas demonstra que existe uma execução consistente do mesmo, contribuindo para a consolidação da confiança na marca e para atrair e reter talento, dois elementos fundamentais para o nosso sucesso a longo prazo”, aponta Hugo Modesto. 

Pilares de confiança 

O diretor de Comunicação acredita que a confiança se constrói com base em quatro pilares: transparência, humanização, consciencialização e autenticidade.

“A transparência garante uma comunicação clara, consistente e responsável com todos os nossos stakeholders. A humanização permite-nos criar relações mais próximas e relevantes, colocando os colaboradores, clientes e parceiros no centro das decisões. A consciencialização reflete-se na forma como atuamos. E a autenticidade garante a coerência entre aquilo que defendemos e aquilo que fazemos. Porque é essa coerência que sustenta a credibilidade da marca e que alimenta relações de confiança duradouras”, considera.

Responsabilidade social vs. resultados

A responsabilidade social e a pressão por resultados podem, por vezes, colidir. Não é o caso na Siemens. “Acreditamos que a forma como conduzimos os nossos negócios é tão importante quanto o próprio sucesso empresarial. Procuramos promover uma cultura de confiança, assente em padrões elevados de responsabilidade, ética e de integridade, tanto no mundo real como no mundo digital. Este equilíbrio alcança-se, em grande parte, quando a responsabilidade social deixa de ser encarada como algo acessório e passa a integrar o próprio modelo de atuação da empresa”, avança o diretor de Comunicação, adiantando que a Siemens procura ter uma presença ativa e relevante na sociedade, contribuindo através do apoio às comunidades locais e à educação, áreas consideradas essenciais para promover mais conhecimento e assegurar inclusão e equidade. 

“Um exemplo do que muito nos orgulhamos é a iniciativa UBBU, da qual a Siemens é parceira desde 2021, e que tem como objetivo promover o ensino da programação e da digitalização em Portugal junto dos mais novos. Projetos como estes demonstram que é possível investir na sociedade e gerar resultados sustentáveis. Quando uma empresa se compromete genuinamente com o bem comum, fortalece a sua reputação, atrai talento e constrói relações de confiança que, a longo prazo, se traduzem também em melhores resultados”, acrescenta, em jeito de conclusão. 

Segunda-feira, 22 Junho 2026 12:28


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