A TTouch diz ter ideias com sentido para marcas com sentido. No fundo, presta todos os serviços de uma agência criativa, “com a mais-valia de ter sempre uma estratégia de impacto social como ponto de partida ou como a cereja no topo do bolo”. Então, o que a difere das demais é o “ativismo criativo”, que resulta do cruzamento de duas dimensões que considera ter: conhecimento “por dentro” das causas e do terreno – mas, sobretudo, das reais necessidades da sociedade –; e experiência em entender as marcas, e saber comunicar e criar.
Cada projeto faz a equipa. A agência tem o núcleo dos três fundadores – António Bezerra; a Planning Partner, Mariana Galindo; e a Social Impact Developer, Maria Cordoeiro –, com o qual conseguem desenvolver grande parte dos projetos. Contam ainda com “uma enorme rede de colaboradores, desde excelentes profissionais” – com quem se cruzaram ao longo dos últimos 25 anos – a outras empresas com quem se completam. “Graças a esta rede conseguimos montar a estrutura necessária e adequada ao perfil de cada desafio”, diz o Creative Director.
Mas o desafio maior já conhecem: impactar nas dimensões e necessidades que são precisas, e, em paralelo, mudar a forma como as marcas olham para as estratégias sociais. “Por mais que todos digam que o caminho é por aí, a área social ainda não está completamente integrada nas estratégias das empresas”, defende. Essa ideia faz querê-los mudar o mundo um “bocadinho” de cada vez e mudar a ideia que o impacto social é um negócio à parte, dentro da vida das empresas, e reservado para algumas ocasiões. “Queremos estar na agenda das marcas e das empresas todos os dias, porque não é com o trabalho pontual que se faz a mudança, mas, sim, com o trabalho de todos os dias, continuado”.


