Sexta-feira, 16 Julho 2010 11:56

As surpreendentes contas dos diários de Economia: 1+1=4

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Os directores dos dois diários económicos estão de acordo. A existência dos dois jornais aumentou o mercado. “O Diário Económico vende mais do que vendia, quando o Jornal de Negócios passou para diário. E o Jornal de Negócios vende mais do que o Diário Económico vendia naquela altura. O mercado mais do que duplicou”, afirma Pedro Santos Guerreiro, director do Negócios. “Obviamente beneficiamos de alguma desorientação editorial em jornais como o Diário de Notícias, que chegou a ter um suplemento económico diário que concorria connosco e depois abandonou esse projecto”, acrescenta António Costa, director do Económico.

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Quinta-feira, 15 Julho 2010 13:12

Quando chega a ocasião de aplicar a ética

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Sabe-se que se deixou de ser novo quando escrevemos “sou do tempo em que”. Pois, eu sou do tempo das Rádios de autor e pertenço àquela geração de pessoas doentes pelos Media, que levam os jornalistas a sério e curtem os programas de informação.

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Segunda-feira, 28 Junho 2010 10:56

“O importante é o afecto”

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“Há a tentativa de sobrevalorizar as mensagens racionais: preço, oportunidade, promoção. Isto é passageiro. É em cima dos afectos, do coração, que se constroem as relações a longo prazo”, afirma João Dionísio, 43 anos, licenciado em Psicologia Social, professor na Escola de Gestão do Porto e coo da Strat. “A marca em promoção só me serve naquele momento, só me satisfaz uma necessidade básica da altura. Os afectos são o motor das relações a longo prazo, os afectos são o suporte da narrativa das marcas”, acrescenta.

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Sexta-feira, 25 Junho 2010 11:56

Não há crise na criatividade

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Dantes os criativos tinham o trabalho muito facilitado – afinal, televisão, imprensa, rádio e outdoor eram os únicos canais. Hoje, a publicidade é qualquer forma impactante de chegar às pessoas, pode ser o local e até o momento. Mas não há razão para alarme, porque os três portugueses convidados para julgar em Cannes o melhor da publicidade mundial garantem que a criatividade portuguesa está boa e recomenda-se.

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Sexta-feira, 18 Junho 2010 10:43

“Ou somos muito bons ou produzimos para terceiros”

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“Ou as marcas conseguem criar uma relação forte com os consumidores ou as pessoas optam simplesmente por marcas que se baseiam no preço ou marcas de distribuição. Ou se é muito bom, ou se acaba a produzir para terceiros”, afirma António Pires de Lima, que acrescenta: “As marcas podem atingir um valor extraordinário se conseguirem criar uma relação de cumplicidade com o consumidor, o que implica tratá-lo pelo nome, conhecê-lo”.

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