Depois de serem apresentados os 14 vencedores dos Young Lions Portugal, ficaram, assim, a ser conhecidos os jovens criativos que irão representar o País nas competições internacionais deste ano.
Os Young Lions nasceram em 1995 com o objetivo de dar a oportunidade a quem estava a chegar ao mercado de trabalho de estimular as suas carreiras. De certa forma, esta premissa mantém-se até aos dias de hoje. O intuito continua a ser estimular a carreira de quem está a começar a trabalhar, dando, assim, uma oportunidade de mostrar aquilo de que cada um é capaz.
“De certa forma este é um passaporte em termos profissionais, tanto a nível nacional como internacional”, afirma Ana Paula Costa.
Mas, afinal, que papel têm os jovens criativos para o crescimento do setor em Portugal? Segundo a porta-voz, os jovens são sempre a geração que vai dar lugar ao que vem a seguir, no fundo, a geração que assegura o futuro desta indústria e, portanto, esta competição tem mostrado que existem gerações jovens com “muito talento”.
“A prova disso é que Portugal, com esta secção, em Cannes, ocupa a segunda posição do ranking dos países mais premiados do mundo e isto quer dizer que nos temos o futuro assegurado”, acrescenta.
Neste sentido, a profissional acrescenta que a indústria nacional está sempre muito condicionada por vários fatores, mas que, apesar disso, Portugal, tendo em conta a sua dimensão e o número de trabalhos que inscreve, pode dizer que é “um País criativo e com grandes profissionais”. Conclui, reforçando que o rácio entre trabalhos inscritos e prémios ganhos em Cannes é muito favorável ao Portugal.
Catarina Simões Farinha

