Publicado em maio de 2022, o artigo “As Fénix Renascem” conta como várias marcas portuguesas “conquistaram os corações dos clientes, estiveram praticamente desaparecidas e, nos últimos anos, renasceram, recuperaram receitas e se reposicionaram num mercado altamente competitivo”.
O Creative Partner da Wonder\Why, Ricardo Miranda, que presidiu ao júri do prémio, afirma: “O artigo vencedor desta edição mostra a força que as marcas portuguesas têm, se forem autênticas e bem trabalhadas. Margarida Vaqueiro Lopes e Cesaltina Pinto demonstram que, anos depois de serem descontinuadas, há marcas portuguesas que conseguem ‘ressuscitar’ graças a uma combinação mágica: dedicação e saudade”.
Foi ainda atribuída uma menção honrosa à jornalista Inês Rocha, pela investigação “Pegada Digital”, publicada em abril do ano passado pela Rádio Renascença. Esta série de oito peças, que inclui texto, infografia, ilustração e música original, foca-se na forma como os dados dos consumidores são tratados por empresas e entidades do Estado.
“Todos os anos, o prémio Jornalismo que Marca tem apoiado jornalismo rigoroso, fundamental para o bom funcionamento do mercado e para uma tomada de decisão informada pelos consumidores”, afirma o diretor-geral da Centromarca, Pedro Pimentel, na cerimónia de atribuição do prémio, que decorreu no Auditório da Torre do Tombo, em Lisboa.
O Jornalismo que Marca reconhece trabalhos jornalísticos que abordem temas importantes na área da marca e da sua envolvente económica e social.

