Nesta “viagem gastronómica”, o espaço propõe pratos que são “um elogio à diversidade, multiculturalidade e ao cruzamento harmonioso – mas irreverente – das influências e referências culinárias de diversas culturas”, sem esquecer, contudo, as raízes portuguesas.
Entre as várias sugestões do Chef Ricardo Gonçalves, encontram-se o Bao de Pato, uma iguaria da street food oriental conhecida pela sua “massa fofa cozida a vapor e ligeiramente adocicada”, o Camarão Panado com Sweet Chilli e o Tártaro de Salmão, com puré de abacate, chutney de manga e pistachio.
Nas massas, o protagonista é o Pad Thai, popular da Tailândia, que, no Sauvage, é servido com vegetais, frango ou camarão.
Já nas saladas, o oriental e o ocidental fundem-se num Poké de Atum, que conjuga as ovas de lumpo, com ovo de codorniz, pepino e tomate cherry, e a Grécia chega à mesa, juntamente com Portugal, numa Salada de Queijo Feta e Agrião.
O Camarão Tigre, com massa pevide, tinta de choco e queijo parmesão, é um dos destaques dos pratos principais, tal como a Empada de Novilho e as Bochechas de Porco Preto estufadas, guarnecidas por puré, ervilhas, crispy bacon e ovo escalfado.
Para terminar a refeição, o Sauvage apresenta uma reinvenção do português Pudim Abade de Priscos, numa “versão selvagem”, em que é acompanhado por lemon curd e gelado de avelã.
Também as bebidas foram atualizadas. O espaço inclui, agora, sugestões de pairing, com o objetivo de “tornar a escolha do vinho mais intuitiva e acessível”, e ainda cocktails “inspirados em locais e animais dos quatro cantos do mundo”, que foram melhorados pelo consultor de bar João Sancheira.
Neste ponto, espaço destaca o Viper Eyes (Martini com limão e hibiscos), para aperitivo, e os cocktails Mico (Bacardi com abacaxi, hortelã e limão) e King Kong (combinação de Tequila com yuzu, sumo de limão e laranja) para acompanhar a refeição. No final, como digestivo, os holofotes estão apontados para o Ocelote (Cognac com notas de canela).


